A máxima de que "os fins justificam os meios" é frequentemente atribuída a Maquiavel, mas suas raízes são mais antigas e sua rejeição, no pensamento cristão, é fundamental. A ética cristã afirma que o caminho importa tanto quanto o destino — e que meios moralmente questionáveis corrompem os fins, por mais nobres que pareçam.
Este artigo explora as bases bíblicas e teológicas dessa posição, desde o Sermão do Monte até as epístolas paulinas, mostrando como a integridade entre meios e fins é central para a cosmovisão cristã.
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